Coisa rápida: acabou-se meu tempo!!! Tenho trabalhado muito, estudado muito para poder mudar de área - mudança radical, alías... tô fazendo Massoterapia, último semestre, ano que vem mando o patrão à m***!!!!!
Tô morrendo de saudade disso aqui. Volto com certeza, mas ainda não dá!!!!
Beijos!!!
13 Agosto 2009
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Anderson Pedro
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13.8.09
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17 Dezembro 2007
** Antecipando o adeus **
Como será quando eu for embora?
Vou morrer por dentro, um pouco mais a cada dia, por sentir sua falta. Culparei a Deus, por ter lhe colocado em minha vida e permitido que eu amasse apenas para tirar-lhe de mim. Vou questionar minhas ações, para tentar entender o porquê de você partir.
Mas também estarei feliz, por ter descoberto que sim, eu também posso amar. Mesmo não sentindo na pele a sua presença. E vou agradecer a Deus por ter mostrado que sou capaz. E por ter mostrado que sim, é possível amar em tão pouco tempo.
E vou ficar torcendo para que o amor seja realmente eterno, porque para sempre quero saber que você está comigo, aqui dentro.
Pronto, falei.
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Anderson Pedro
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17.12.07
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18 Novembro 2007
** Era só o que me faltava **
Dá uma olhada no que essa moça me escreveu como resposta a esse post:
"Monique deixou um novo comentário sobre a sua postagem "** Onde Judas perdeu as meias **":
Nossa....vc prefere morar numa cidade igual São Paulo sem estrutura alguma....soh enchente, soh pobre, soh gnt vinda do nordeste, soh favela, soh gnt feia, soh rato??Vc deve ter mudado pra ká pq estava desempregado em sampa ai achou uma oportunidade no interior.Volta pra lah entaum.Não tem dinheiro pra voltar??Vc deve morar num lugar mt ruim em itupeva pra ter tudo isso q vc descreveu...vc não deve conhecer os ótimos condomínios que tem aki que deixão tamboré e cia nu chinelo!!Não te entendo... "
Isso daria um verdadeiro tratado de sociologia, mas tô sem tempo pra isso. Estou é morto de curiosidade em saber COMO alguém consegue transformar uma crônica a respeito de insetos em uma seqüência de desaforos cheios de preconceito e sentimentos inferiores.
Deve ter no máximo 12 anos, acho, já que só a falta de vivência com o mundo explica a posição que ela tomou. Tenho a impressão que ela não tem bons professores, já que ela ainda não aprendeu a arte da interpretação de texto. Essa criança deveria, antes de qualquer coisa, aprender a escrever, a interpretar de maneira adequada o que lê, aprender a viver em comunidade e só então sair poraí dando sua opinião. Teria me poupado a resposta. Pensando bem, não vou nem responder. Vocês, meus amigos que têm paciência com esse tipo de coisa, podem escrever algo nos comentários. Vai ser divertido...
Monique, só tenho uma coisa a lhe dizer: procure melhorar um pouquinho essa sua mentalidade. Você não tem direito de tirar conclusões sem ter base nem conhecimento. Estude, conviva com as pessoas e procure aprender com elas. Eu não lhe conheço, mas já posso dizer-lhe que você é fútil, preconceituosa e burra. Uma pena. Tenho certeza que a sociedade não precisa de pessoas como você.
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Anderson Pedro
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18.11.07
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12 Novembro 2007
** Calma, que eu tô de volta... **
Muito bem, estou de volta. Vou preparar alguma coisa com calma, bla bla bla.
Voltar a Itupeva é como voltar ao túmulo. É como voltar ao mundo dos mortos após um período entre os vivos. Sim, estou depressivo, mas faz parte da minha personalidade, fazer o quê?
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Anderson Pedro
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12.11.07
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30 Outubro 2007
13 Outubro 2007
** Didi, o meu c(*) **
Concordo em gênero, número e grau. Outra hora, com paciência, eu incluo uma visão "Anderson de ser" sobre isso aí embaixo.
Carta aberta para Renato Aragão, o nosso Didi.
Quinta, 23 de agosto de 2007.
Querido Didi,
há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação
mensal para enfrentar alguns problemas que
comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu
não respondi aos seus apelos (apesar de
ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências).
Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora,
novamente, você me escreve preocupado por
eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência,
me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por "algum" motivo que não fiz a doação em dinheiro
solicitada por você. São vários os motivos
que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu
quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre
esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a
estivesse lendo, uma criança estaria perdendo
a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em
sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada
publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de
texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não.
Eu não sou ministra da educação, não ordeno
as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a
freqüentar as salas de aula. A minha parte eu
já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça
para ajudar meus pais no sustento da
família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém.
Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito
antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira
do nosso suor para manter a saúde, a
educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.
Os impostos são muito altos! Sem falar dos
impostos embutidos em cada alimento, em cada produto que preciso
comprar para minha família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na
escola pública, através dos impostos, e na
escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende
com o ensino de qualidade que, acredito,
meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade
para resolver um problema que nem deveria
existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de
tantos outros problemas sociais. O que está
acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa
dinheirama toda, não tem a educação como
prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou
aplicando muito mal. Para você ter uma
idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa
para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e
oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na
escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro
se torne adulto sem compreender um texto
simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você.
É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa.
Deveria se endereçada ao Presidente da República.
Ele é "o cara". Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para
melhorar a qualidade de vida das pessoas.
No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a
responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da "minha" doação, que a "minha" doação faz
toda a diferença. Lamento discordar de você
Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12
quilos de arroz para alimentar minha
família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas
R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação
mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5%
de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor
aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para
quase tudo que meus filhos querem ou
precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso
pagar as aulas que são caras demais para
nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é
um homem de bom senso e saberá entender os
meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma carta para o Presidente pedindo
para ele selecionar melhor os professores. Só
escolher quem de fato tem vocação para o ensino. Melhorar os
salários, desses profissionais, também funciona
para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa
da educação. Peça para ele, também, fazer
escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além
de ler, escrever e fazer contas, possam
desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais.
Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador
Especial do Unicef para Crianças
Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...
Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir.
(assino embaixo) Gisele.
(assino embaixo) Anderson Pedro
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Anderson Pedro
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13.10.07
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10 Outubro 2007
** Livros da Magia - O Coração Artificial **
Seguindo com Livros da Magia, eu já comentei que, a partir do momento em que Tim faz contato com o mundo de mágicos e magia ele acaba por tornar-se alvo de todas as correntes malignas do Universo. Como alguém comentou: "Tim, as pessoas são como estrelas distantes, com seu brilho pálido. Você é o Sol..."
Nessas três edições, mais alguém percebe a existência de Tim e vai atrás do garoto. Acabamos por conhecer nesse pequeno arco uma terra encantada, habitada apenas por crianças. Que terra é essa? Eu explico alí embaixo, nos comentários de "A Cruzada das Crianças".
Vemos também os primeiros questionamentos do Rei Auberon, da terra das fadas - Faerie. É o começo de dúvidas com relação ao amor de sua esposa, às suas funções de rei, a natureza de suas terras, enfim. De uma maneira sutil, percebemos que a presença de Tim no Universo acaba por colocar em dúvida diversas "verdades" que costumavam ser eternas. Mas nada é eterno, nem mesmo o Universo.
É um arco um tanto complexo, principalmente se você não estiver familiarizado com as "voltas" que os roteiros no estilo de Neil Gaiman costumam dar. Temos as conseqüências do arco anterior, onde o pai terreno de Tim é queimado vivo por outro perseguidor e também podemos dar uma olhada na vida normal de Tim e como a magia interfere no seu dia a dia.
Mas, nos dias atuais, o país ainda tem seus mistérios e surpresas. Ninguém sabe exatamente o que se passa pela cabeça de seus moradores. Só sabemos que TODAS as crianças do Universo Vertigo que têm poderes ou características especiais são convidadas - ou seria convocadas - a visitar o país. Tim Hunter, Rowland e Paine (os dois meninos que morreram em sua escola numa das histórias de Sandman), as filhas de Orquídea Negra, Monstro do Pântano, Homem Animal, todos eles ícones da DC e Vertigo, envolvem-se nas surpresas dessa minissérie.
Eu, que sou fã de quadrinho, de diversas editoras e de muitos personagens e de muitos arcos e histórias, tenho dificuldade em admitir isso, mas lá vai: é, na minha opinião, a mais sensiblizante de todas as histórias em quadrinhos que eu já lí na vida. Bate de longe 90% de tudo que eu já ví. Vale muito a pena.
Importante: leia exatamente na ordem abaixo, senão perde o fio. Funciona assim: foi lançado um exemplar com o início da história. Depois foi mostrado o envolvimento de cada uma das crianças que eu citei, mas, por exemplo, o envolvimento da filha do Homem Animal aconteceu em Animal Man Anual, e assim por diante.
Créditos: Vertigem
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Anderson Pedro
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10.10.07
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09 Outubro 2007
** O primeiro a gente nunca esquece - Parte 1 **
Sem querer eu caí lá no meu primeiro post, em 2004. Eu estava suuuuuuper empolgado com essa coisa de blogar... tão empolgado que o blog ficou por três anos a ver navios, completamente esquecido. Mas isso é outra história.
O ponto é que eu fiquei curioso. Como teria sido o primeiro post dos blogs que eu costumo ler? E lá fui eu à caça pra saber qual foi a primeira "colocação" que os donos fizeram em seus diários. É claro que eu não sei se são realmente os primeiros de cada um já que, eventualmente, o conteúdo pode ter sido apagado, esquecido, sabe-se lá, né?
De qualquer forma, vou mostrar alguns dos que eu encontrei. Cada bobagem... cada bobice... cada coisa!!! Mas vale pela curiosidade! Divirtam-se!
UEBA (antes era Fidido!)
Conhecido por linkar de TUDO, diariamente. Pela data do primeiro post encontrado, não precisa dizer que o link não funciona mais, né? Droga. Queria bem saber o que seria divertido em se tratando de tecnologia em 2002...
30 de Maio, 2002
Via: Hein
Hein - tecnologia e diversão
Vertigem
Pra quem não sabe, é onde eu pego os links de 11 entre 10 quadrinhos que eu publico aqui. O post é loooongo, então vai só o comecinho!
Domingo, Dezembro 10, 2006
Primeiro post! O que vou escrever no primeiro post? Hum... Bom, como to sem assunto, vou explicar porque o nome Vertigem.O nome foi inspirado no nome da editora Vertigo.... Pra ficar mais fácil:Vertigo, em inglês, significa vertigem que pelo dicionário tem a seguinte definição:Vertigem sf. 1.Estado mórbido em que a pessoa tem a impressão de que tudo lhe gira em torno, ou de que ele próprio está girando; tontura, tonteira. 2. Desmaio. 3. Desvario.
Depósito do Calvin
Quinta-feira, Maio 19, 2005
Calvin & Haroldo - Tirinha #1
posted by Sisto Sexto at 2:39 PM
Nada mais óbvio que, como primeiro post de um blog dedicado ao Calvin fosse com a primeira tirinha dele, né não??!!
Por enquanto só esses, que é pra ilustrar. Eu vou preparar diversos outros. Juro que vou!!
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Anderson Pedro
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9.10.07
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Marcadores: Bobices, Copiar e Colar, Primeiros Posts

















